Modinhas Em Belém
como sabemos, os cabocos estão sempre fazendo caboquisses. As modinhas da cidade são sempre cafonas e pipiras. Sempre alguém se encaixa em um perfil destes colocados abaixo:
Modinha Tecno Brega: Tecnobrega sempre foi moda em Belém, com a diferença que agora todo tipo de gente gosta, de playboys a metaleiros fedorentos. Acontecem festas de todo o tipo de nível social, como na AP ou na APororoca.
Modinha Pagode: Infelizmente esta modinha ainda não foi esquecida. Em diversos lugares da cidade ocorrem festinhas com pagodeiros de meia tigela, seja no bar mais imundo ou na boate mais chic. É impressionante a caboquice paraense, uma boate aparentemente chic, onde as pessoas vão arrumadinhas, tem como programação o pagode. Os filinhos de papai e patricinhas se abalam pra um lugar chamado Pagode na Casa do Caralho Hilário, que fica em Outeiro (um notório cabocódromo) no intuito de se rasgar ao som de pagode. Sempre com as mesmas bandas de nomes imbecis praticamentes iguais ou grupos femininos de gostosas que não cantam porra nenhuma.
Modinha Sertanejo: Essa é a mais recente e famosa da cidade ultimamente. Os playboys caipiras, ou agroboys, se reunem no Parrilla com chapéu de peão e a L200 do papai fedendo a boi para ouvir duplas sertanejas de cabocos nunca vistas.
Modinha Rave: viciados em heroína, maconha, ecstasy e o caralho que seja, e os que fingem ser viciados em tudo isso, se reunem em sítios macabros para fritar dançar até morrerem. E ficam se vangloriando por serem "malucões". Hoje em dia as raves são frequentadas por pipiros, cabocos e gente daí pra baixo.
Modinha Reggae: Uma chatice que fala de coisas idiotas que os imbecis idolatram e tem como lema na sua vida as músicas do Natiruts. Vão para algodoal para fazer capa de maconheiros "paz e amor", adoram dizer por aí que são aventureiros, vivem indo pra Algodoal e Carolina. Mas não passam de playboys e cabocos empolgados.

Nenhum comentário:
Postar um comentário